A moringa, uma planta 'supernutritiva' e boa para a imunidade - que tem chamado a atenção de nutricionistas - está sendo estudada e cultivada no sul do Brasil.
A moringa oleífera, chamada de árvore milagrosa em outros países, tem origem asiática e já foi apontada como um superalimento para acabar com a fome mundial.
Estudos científicos indicam que ela pode ter 35% de proteína depois de desidratada, quase o mesmo que a carne.
É rica em vitamina e A, cálcio, potássio, ferro e vários outros nutrientes.
A planta tem:
Para as refeições, podem ser usados os talos e as folhas, que servem inclusive para fazer farinha para bolos, pães e biscoitos.
Cultivo
A ex-enfermeira catarinense Noeli Pinheiro, que deixou a profissão há 10 anos para cuidar da saúde das pessoas através da alimentação, se dedica a cultivar a planta em Porto Belo, no Litoral Norte catarinense.
Ela recebeu as primeiras sementes do Espírito Santo e hoje já tem diversas árvores plantadas.
"Ela é uma superplanta, um super-alimento", conta Noeli.
A produtora, que tem vendido muitas sementes da árvore, diz que a moringa pode ser plantada em casa para consumo das famílias.
Foto: reprodução / RBS / G1
Estudos
A Epagri - órgão de pesquisa agropecuária do Estado de Santa Catarina - estuda a planta.
Ela cresce rapidamente em áreas semiáridas tropicais e subtropicais. A árvore pode chegar a até 12 metros de altura.
"A Moringa é de fácil cultivo, fácil colheita, depende de pouco manejo", reforça o pesquisador da Epagri Rafael Morales.
Pesquisas
Um grupo de pesquisadores da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), em Pato Branco, descobriu a capacidade da Moringa em inibir a ação de radicais livres, o que ajuda a prevenir o câncer.
"Os nosso resultados comprovam que as folhas de Moringa Oleifera, além de apresentarem um elevado potencial nutricional, também apresentam um elevado potencial biológico, principalmente de capacidade antioxidante", disse a doutora em Ciências Tatiane Oldoni.
Serviço
Venda de sementes de moringa
Noeli Pinheiro
fone: 48-99907-8073
Com informações do G1 e SóNotíciaBoa